quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

“BLACK”

Pra quem ainda não assistiu, vale muito a pena!



          O filme Black, conta a história de Michelle, uma menina que desde o nascimento é cega e surda e seu professor Debraj Sahai, o qual dedicou toda a sua vida na educação de Michelle. Mais que ensinar a menina a ler em braile ou a se comunicar, o professor se esforçava para que ela fosse feliz, e encontrasse a luz do conhecimento. 
          Logo no início do filme, aparece a cena de Michelle, aos 40 anos procurando o seu professor que não via há 12 anos. Porém ao encontra-lo percebe que o mesmo já não lembra de nada, pelo fato de possuir Mal de Alzheimer. Debraj além de não lembrar nenhum fato, esquecera também da fala. Michelle decide então ajudar seu professor, da mesma maneira como este o ajudara na sua infância, pois acredita em sua recuperação. Desta forma, passa a escrever sua história, em braile, na intenção que seu professor lembre do seu passado. Essa história que Michelle escreve é o enredo do filme, desde a sua infância, até sua formatura e reencontro com Debraj. 
          A história apresentada por Michelle inicia com a reação de seus pais ao saberem que a mesma era surda e cega. Mais tarde ao 8 anos de idade, Michelle, devido a sua dificuldade em dar e receber afeto ― salvo na convivência com a mãe ― era considerada, por sua família, como um animal, um ser incapaz de interagir socialmente e, finalmente, como um risco, após o nascimento de sua irmã Sara. Sua família considera que a única solução seria mandá-la para um asilo. É justamente o afeto da mãe que salva Michelle de tal condenação e põe em sua vida o professor Debraj Sahai. 
          Inicialmente, Debraj tenta aplicar a sua pupila os mesmos métodos que utilizava com outros alunos deficientes os quais ensinou. Os métodos do professor não agradam os pais de Michelle. Este, no início, encontra grande aversão do pai, tanto no referente à pessoa do professor quanto a eficácia do método inicialmente utilizado. Mas na sua ausência, usa todos os seus artifícios para tentar fazer com que Michelle compreenda o sentido das coisas. Diante das singularidades de sua aluna e na resistência de sua família, percebeu que deveria experimentar algo novo. Então se isola com ela nos vinte dias da ausência do pai de Michelle e procura condiciona – lá, em uma tarefa exaustiva, na qual muitas vezes passa de educador a educando. No entanto, nessa luta em “domesticar” Michelle que o extraordinário, no último momento, acontece: as trevas da menina se convertem em luz. 
          Aos poucos o professor mostrou que ao contrário do que seus pais pensavam ela aprenderia, através de seu método, e seria uma pessoa independente. Desta forma, com muita insistência o professor acaba ficando na casa por mostrar algum progresso com a menina. Através dos dedos, ensinou a Michelle a língua de sinais e o significado das palavras, bem como a superação de alguns medos como o medo de água. 
Nasce assim uma longa amizade entre o professor e a aluna, e uma relação de confiança com a família da menina. 
          Anos mais tarde, Michelle jovem, é apresentada como uma moça dedicada, e feliz, mas com alguns sonhos ainda a se realizar. Ela aparece bem independente, conhecendo muito bem a linguagem de sinais e com o sonho de entrar para a universidade. Sua família se comunica com a jovem de maneira muito clara, pois todos dominam a linguagem de sinais e podem interagir com a mesma. 
Para ser aceita na universidade Michelle teria que passar por uma entrevista. A resposta que fez com que aprovassem seu ingresso na universidade, quando questionada sobre o que é o conhecimento, foi a seguinte: 
“Conhecimento é tudo. Conhecimento é espírito, sabedoria, coragem, luz, som. Conhecimento é a Bíblia, Deus. Conhecimento é meu professor”. 
          Desta forma, é aceita na universidade e inicia uma nova vida, com muito mais autonomia e independência da família, porém dependendo muito ainda do seu professor, o qual a acompanha como interprete nas aulas e a estimula a estudar muito. Parece que este tenha sido um dos momentos mais felizes de Michelle pois muitas portas se abriram. 
          Depois de três anos consecutivos sendo reprovada, Michelle pensa em desistir da universidade, mas seu professor continua a estimula-la pois dedicara muitos anos de sua vida em função da educação da jovem e não queria ver todo o seu esforço jogado fora. 
Para ajudar na educação de Michelle, os livros do seu curso são publicados em braile, o que facilitou muito seu aprendizado. 
          A esta altura, Debraj já começa a apresentar os primeiro sintomas de sua doença, esquecendo o caminho da saída da universidade, ou mesmo esquecendo Michelle na sorveteria, o que a deixou muito irritada. 
          Com o ocorrido, surge em Michelle o medo de que Debraj a esqueça. Outro novo sentimento que surge em Michelle é o de não poder experimentar o amor físico por nenhum homem. Isso se inicia com a noticia do casamento de sua irmã. Com a confusão de sentimentos, Michelle pede a Debraj que a beije. Este fato, porém leva o professor a se afastar da jovem. E a partir daí não mantém mais contato. 
          A continuação do filme é o reencontro com o professor após 12 anos sem contato e as tentativas de Michelle em querer fazer o professor voltar a falar ou lembrar do seu passado. Nesse mesmo tempo, finalmente Michelle consegue se formar, e dá seu depoimento no momento da formatura. Um depoimento muito marcante, fazendo muitos rirem e também chorarem. Falou que o único momento em que desejou conseguir ver, seria aquele, pois desejava ver o seu professor a vendo se formar. 
          O filme termina finalmente com Michelle indo ao encontro de Debraj no manicômio onde este se encontrava. Ela de beca, é reconhecida pelo professor, e tentando balbuciar a palavra água, após colocar a mão na água da chuva, lembrando as mesmas cenas que vivera ao tentar ensinar a menina de 8 anos a falar e gravar o significado das palavra. Agora porém era Michelle que educava, com o mesmo método desenvolvido por seu professor. 
          O filme que foi baseado na história de vida de Hellen Keller, ressalta a importância da afetividade no contexto da educação, representado pela aluna e seu professor. Sabemos que a escola assume cada vez mais esta função como formadora de valores, os quais deveriam ser gerados no seio da família. Percebe-se assim, que para que a educação ocorra de uma forma mais promissora, é necessário o envolvimento afetivo entre as partes envolvidas na construção da personalidade e do intelecto do educando. Sem haver uma ligação afetuosa entre o professor e o aluno, não ocorre educação e não há formação do cidadão.
CF

O USO DA SALA DE TECNOLOGIA


A tecnologia da informática presente na maioria das escolas hoje, tem a finalidade de contribuir  com a melhoria da qualidade da educação. É uma ferramenta poderosa que, se bem utilizada, trará resultados positivos. Porém, por ser uma ferramenta, depende da presença do professor para que traga seus reais benefícios. A presença de tecnologia na escola não garante melhora por si só na qualidade do ensino. Depende portanto, de um planejamento que integre tecnologia e práticas de ensino. 
O computador permite uma maior facilidade em fazer, criar, executar, encurta distâncias, facilita a comunicação, permite  novas formas de interação, de raciocínio e de aprendizagem. Portanto a sua utilização na educação indica novos caminhos, com a possibilidade de transformar a escola em um espaço vivo de produção, e socialização de conhecimentos.
O uso do laboratório de informática na EEB Marechal Bormann é indispensável e essencial, pois vai contribuir para a formação dos indivíduos, o que é extremamente importante para o crescimento dos mesmos e o convívio em sociedade. Para muitos alunos, o uso dos computadores na escola é a única oportunidade que têm em utilizar esta tecnologia, tornando-se desta forma um meio eficaz de inclusão digital.
Desde cedo, oportunizar aos alunos o contato com o computador é um estímulo a mais que permite novas formas de aprender. Este é o caso dos alunos da professora Aleandra, que trabalha com uma turma de 1° ano. Mesmo com os alunos menores é possível trabalhar utilizando o computador. Eles gostam e aprendem de maneira muito mais lúdica.








sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Trabalhando com o som


De acordo com o Referencial Curricular Nacional, é importante que a percepção musical se dê o mais cedo possível sendo estimulada pela audição e pela interação com diversos tipos de canções e instrumentos. No cardápio de gêneros, estilos, épocas e culturas, o fundamental é que o repertório tenha qualidade - em outras palavras, que possua riqueza de composição e de arranjos. 

Mesmo não sendo especialista no assunto, o professor pode trabalhar a questão musical com seus alunos, estimulando-os a prestar atenção ao som, observando as características rítmicas, os silêncios, os instrumentos e o uso da voz. O trabalho pode começar com uma sondagem sobre suas músicas preferidas. Em um segundo momento, pode-se levar as crianças a produzirem seus próprios instrumentos e eles mesmos produzirem seus sons.

Foi assim que a professora Linete trabalhou com seus alunos do 5° ano. A culminância dos trabalhos sobre som na disciplina de Ciências, nas turmas 51 e 52 das séries iniciais se deu com a confecção de instrumentos que produzem som, com materiais recicláveis, apresentando-os. Na oportunidade brincaram e interagiram com os mesmos.



quinta-feira, 29 de novembro de 2012

PIBID NO MARECHAL BORMANN

O que é PIBID?  Projeto Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência. 

Este projeto tem como finalidade a inserção dos licenciandos, proporcionando a estes experiências pedagógicas que incluam os acadêmicos no âmbito escolar.

O projeto articula os conhecimentos científicos e didáticos, o ensino e a pesquisa, a teoria de formação e a prática de formação e de atuação dos docentes, além de permitir aos acadêmicos de Letras agirem sobre a própria formação, de maneira autônoma, mas orientada, e agirem socialmente, através da vivência e da intervenção no ambiente escolar, que são ações básicas para a formação do futuro professor.

O PIBID proporciona a nós licenciandos o contato com a vida escolar, professores, alunos, o que nos torna mais preparados para a docência, aflorando o gosto por esta profissão. Pois a cada contato com os alunos nos tornamos ainda mais preparados e confiantes para o trabalho dos conteúdos propostos.
Além da nossa inserção na escola, o subprojeto tem o intuito de melhorar a educação básica, que está tão problemática, pois as bolsistas auxiliam os professores da escola em sua atuação, buscando novas formas de ensino, aulas diversificadas e dinâmicas, que melhorem o ensino e a aprendizagem dos alunos, principalmente pelo fato de a escola ser pólo no trabalho com surdos e precisar de uma atenção diferencia, com o uso de mais imagens que favoreçam o entendimento e a comunicação entre alunos e professores.
A instituição de educação básica parceira neste subprojeto é a EEB MARECHAL BORMANN, cuja docente Juliana Fontana, da área de Letras, desempenha a função de supervisora das atividades dos bolsistas na escola. Os coordenadores são a professora doutora Morgana Fabiola Cambrussi e o professor doutor Eric Duarte Ferreira, ambos da área de letras da UFFS. Os coordenadores e asupervisora auxiliam as bolsistas nas atividades de estudo, pesquisa e elaboração de novas oficinas, artigos, dentre outros, que são realizadas na Universidade Federal da Fronteira Sul. O grupo de bolsistas é formado por seis integrantes: Jéssica de Oliveira, Juliete Ilha Partichelli, Lidiane Putton, Lizandra Tavares, Michele Schneiders, Sandriléia Canei. Este subprojeto é financiado pelo EDITAL Nº001/2011/CAPES.

Do belo trabalho das bolsistas surgiram algumas publicações:





Confira o original em PIBID-Letras

Somos do subprojeto PIBID de Letras, da Universidade Federal da Fronteira Sul (campus Chapecó-SC), que é formado pelas bolsistas Juliete, Karine, Lidiane, Lizandra, Michele e Sandriléia, pela supervisora Juliana, da escola como criar blog parceira EEB Marechal Bormann, e pelos coordenadores Morgana e Eric, da UFFS. Este projeto tem como objetivo a inserção dos acadêmicos de licenciatura no âmbito escolar, aflorando nestes o gosto pela profissão
PIBID - Projeto Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência. Este projeto tem como finalidade a inserção dos licenciandos, proporcionando a estes experiências pedagógicas que incluam os acadêmicos no âmbito escolar. O projeto articula os conhecimentos científicos e didáticos, o ensino e a pesquisa, a teoria de formação e a prática de formação e de atuação dos docentes, além de permitir aos acadêmicos de Letras agirem sobre a própria formação, de maneira autônoma, mas orientada, e agirem socialmente, através da vivência e da intervenção no ambiente escolar, que são ações básicas para a formação do futuro professor. O PIBID proporciona a nós licenciandos o contato com a vida escolar, professores, alunos, o que nos torna mais preparados para a docência, aflorando o gosto por esta profissão. Pois a cada contato com os alunos nos tornamos ainda mais preparados e confiantes para o trabalho dos conteúdos propostos. Além da nossa inserção na escola, o subprojeto tem o intuito de melhorar a educação básica, que está tão problemática, pois as bolsistas auxiliam os professores como criar blog da escola em sua atuação, buscando novas formas de ensino, aulas diversificadas e dinâmicas, que melhorem o ensino e a aprendizagem dos alunos, principalmente pelo fato de a escola ser pólo no trabalho com surdos e precisar de uma atenção diferencia, com o uso de mais imagens que favoreçam o entendimento e a comunicação entre alunos e professores. A instituição de educação básica parceira neste subprojeto é a EEB MARECHAL BORMANN, cuja docente Juliana Fontana, da área de Letras, desempenha a função de supervisora das atividades dos bolsistas na escola. Os coordenadores são a professora doutora Morgana Fabiola Cambrussi e o professor doutor Eric Duarte Ferreira, ambos da área de letras da UFFS. Os coordenadores e asupervisora auxiliam as bolsistas nas atividades de estudo, pesquisa e elaboração de novas oficinas, artigos, dentre outros, que são realizadas na Universidade Federal da Fronteira Sul. O grupo de bolsistas é formado por seis integrantes: Jéssica de Oliveira, Juliete Ilha Partichelli, Lidiane Putton, Lizandra Tavares, Michele Schneiders, Sandriléia Canei. Este subprojeto é financiado pelo EDITAL Nº001/2011/CAPES.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

DIAGNÓSTICO DA REALIDADE ESCOLAR

O diagnóstico da realidade da EEB Marechal Bormann foi atualizado, através de pesquisa com a participação direta de 996 alunos das 37 turmas, no mês de Março de 2012, sob a Coordenação do Setor Pedagógico e com a colaboração dos Professores Regentes de todas as turmas. O resultado geral apresentado é:

EM RELAÇÃO AOS EDUCANDOS:

a) Matrículas 2012: A Escola oferece a Educação Básica nos seguintes níveis com os seguintes percentuais de matrículas:
Ensino Fundamental: Séries Iniciais: 20%. Séries Finais: 43%;
Ensino Médio: 36% e Educação Especial: 1,0%.

b) Índices de Aprovação e Reprovação no ano de 2011foram:
- Ensino Fundamental – Séries Iniciais: 98,98 % Aprovados e 1,12% Reprovados;
- Ensino Fundamental – Séries Finais : 88,80 Aprovados e 11,20 % Reprovados
- Ensino Médio Diurno – 85,48% Aprovados e 14,12 % Reprovados
- Ensino Médio Noturno – 73,41 Aprovados e 26,60 Reprovados

c) Índices do IDEB/ENEM
Ensino Fundamental Série Iniciais
2005 - 5,0;           2007 - 5,4;           2009 - 6,3 e          2011 - 6,6 pontos
Ensino Fundamental Séries Finais
2005 - 3,9;           2007 - 4,6;           2009 - 4,8 e          2011 - 5,3 pontos
Ensino Médio

d) Frequência a Cursos de Formação extra-classe:
Constatou-se que 46% dos alunos fazem algum curso de formação destacando-se as áreas de informática, línguas, artes, esportes, comércio e indústria.

e) Incluídos no mercado de trabalho
Constatou-se que 25% do total de alunos matriculados na escola, já estão exercendo atividades remunerada. No turno noturno chega a 74% dos alunos trabalhando. Do total de alunos que estão no mercado de trabalho, 38% estão na informalidade, 27% são do programa jovem aprendiz,18% exercem função de estágio e 17% trabalham na formalidade (carteira de trabalho)

f) Quanto ao local onde residem constatou-se que: 
11,7% residem no centro da cidade, próximo da escola e 88,3% são oriundos de 36 Bairros, localidades e loteamentos do município.
Os bairros com maior índice de alunos que freqüentam esta escola são Universitário, EFAPI, Esplanada, Santo Antônio, Seminário, Santa Maria e Vila Real.

g) Quanto a forma como vem para a escola: 
54% dos alunos utilizam-se do transporte coletivo, 23% vem de veículo próprio com familiares, vizinhos ou amigos, 22% dos alunos vem a pé e apenas 1% de bicicleta.

h) Quanto ao acesso às tecnologias, constatou-se que:
88% dos alunos possuem computador e que 74,o% disponibilizam de internet em suas residências..

EM RELAÇÃO ÀS FAMÍLIAS DOS EDUCANDOS:

a) Com quem os alunos moram:
Dados mostram que 63% moram com os Pais, 18% só com a mãe, 10% com a mãe e o padrasto, 3,0% só com os avós e tios, 2,0% com o pai e madrasta e o mesmo percentual com outras pessoas e 1% dos alunos moram só como pai.

b) Quanto as condições sócio-econômicas as famílias possuem: 
78% casa própria, 74% possuem internet em suas residências, 88% das famílias dispõe de computador e 76% das famílias fazem a separação do lixo em suas residências.

c) Quanto ao nível de escolarização dos pais ou responsáveis constatou-se que:
As mães apresentam maior escolarização que os pais, representados pelos seguintes percentuais
- Analfabetos:                          Mães 1,1%           Pais 1,5%
- Ensino Fundamental Inc.        Mães 17,8%         Pais 25%
- Ensino Fundamental Comp    Mães 20,4%         Pais 20%
- Ensino Médio Inc.                 Mães 26,8%         Pais 18,7%
- Ensino Médio Compl.            Mães 11,4%         Pais 17,4%
- Superior Inc.                         Mães 6,9 %          Pais 6,8 %
- Superior Completo                Mães 8,4%           Pais 5,5%
- Pós-Graduação                     Mães 7,0 %          Pais 4,0%
- Mestrado                              Mãe 1,2 %            Pais 1,1 %

EM RELAÇÃO AOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO:

O quadro de funcionários do Magistério da Escola é composto por 69 profissionais, assim distribuídos:
• Um Diretor Geral e dois Assessores de Direção
• Uma Assistente de Educação
• Uma Assistente Técnico-Pedagógico
• Dois Especialistas em Assuntos Educacionais (Supervisor e Orientador
• Professores Efetivos
• Professores ACTS
• Professores com Complementação de carga horária
• Um Técnico em Informática

O quadro geral da escola compõem-se de:
54% Professores efetivos
6% Professores efetivos em outras UEs que complementam na escola
40% Professores Acts

SITUAÇÃO PROFISSIONAL: (ESTES DADOS REFEREM-SE AO ANO DE 2010)

a) Quanto a Habilitação para o Magistério:
11% cursando o Ensino Superior
100% dos professores Efetivos com Ensino Superior completo
100% dos professores Efetivos com nível de pós-graduação

b) Quanto ao tempo de serviço no Magistério
42,5% possuem de 01 a 10anos,
22,5% de 11 a 20 anos;
27,5% de 21 a 30 anos;
7,5% com mais de 30 anos.

c) Quanto ao nível de atuação:
31 atuam no Ensino Fundamental
19 no Ensino Médio
06 no Ensino Especial

d) Quanto à carga horária na escola:
10h – 10%
20h – 26%
30h – 7%
40h – 56%
60h – 2%

e) Trabalham em outra unidade escolar:
40% dos professores atuam em outra unidade escolar ( rede municipal ou particular).

f) Ambiente escolar
88% dos servidores afirmam estar satisfeitos no ambiente escolar; 12% consideram o ambiente escolar regular.

g) Satisfação com a profissão:
72% consideram-se satisfeitos com a profissão escolhida, enquanto 25% consideram regular e 3% mostram-se insatisfeitos com a profissão.

SITUAÇÃO SÓCIO-ECONÔMICA:

h) Quanto ao estado civil:
53% são casados;
28% são solteiros;
15% viúvo/separado/outros;

i) Quanto à casa própria:
79% dos professores possuem casa própria;
21% pagam aluguel ou residem com familiares.

j) Quanto ao número de filhos:
30% não possuem filhos;
Dos 70% que possuem filhos, 36% tem apenas 01 filho, 50% tem 02 filhos e 14% tem 03 filhos ou mais.

k) Quanto às despesas da casa:
68% dos servid ores consideram-se o principal responsável pelas despesas da casa;
Enquanto que 32% compartilham as despesas com outras pessoas.

l) Dedicação ao magistério:
86% dos servidores dedicam-se exclusivamente ao magistério, enquanto que 14% possuem outras atividades.

m) Quanto aos bens:
84% possui automóvel;
93% possui computador;
86% possui Internet na residência;
35% possui assinatura de revista ou jornal;

n) Quanto ao uso de medicamentos:
12% fazem uso de algum tipo de medicação controlada;

o) Participação em cursos:
32% dos servidores participaram de algum curso de capacitação/2009.


EM RELAÇÃO ÀS CONDIÇÕES FÍSICAS E PEDAGÓGICAS:

As instalações físicas da Escola são em alvenaria, bastante antigas, embora em razoável estado de conservação. Conta com 12 salas de aula, uma secretaria, uma sala para Laboratório de Informática, área coberta, uma sala para professores, cozinha, almoxarifado, dependências para salas de Ed. Especial, anexo com mais três salas adaptadas, ginásio de esporte coberto, quadra de esportes sem cobertura, sala de Especialistas e Apoio pedagógico e duas baterias de banheiros. Não há dependências próprias e adequadas para o funcionamento da Biblioteca, também há necessidade de construção de um auditório e refeitório.
Quanto aos recursos pedagógicos, dispõem de cinco computadores para a parte pedagógica, quatro para a parte administrativa e dez para as salas de aula, vinte e seis no laboratório de informática e dois no SAEDE, Sala Multifuncional no SAEDE, dois
retroprojetores, lâmina para projeção, filmadora, máquina fotográfica, TVs e vídeos, aparelhos de Som e DVDs, projetor multimídia, antena parabólica, mapas, atlas, planetário, esqueleto e dorso humano em acrílico, vários jogos didáticos, material dourado e de fração, letreiros, livros, dicionários, mobiliário completo para todas as salas, material esportivo de boa qualidade, mesas para tênis de mesa, aparelho completo de som e outros menores para uso em sala de aula, mesas de refeitório, utensílios para cozinhar e servir a merenda, acervo bibliográfico e de videoteca, secretaria, cozinha, biblioteca e demais dependências. A merenda escolar é terceirizada, sendo disponibilizado uma cozinha e uma despensa com os os utensílios necessários ao preparo da mesma.

A ESCOLA HOJE

A Escola de Educação Básica Marechal Bormann, educandário tradicional da cidade de Chapecó, está localizada no centro e em ponto estratégico do município. Apresenta prédio arquitetônico histórico, acolhedor de uma clientela estudantil dos mais diversos níveis culturais, econômicos e sociais oriundos de pontos diversos do município, com um quadro de profissionais efetivos e habilitados, de reconhecido nome na sociedade Chapecoense.
A EEB Marechal Bormann, em sua caminhada histórica, educacional e política vem enfrentando grandes desafios não só estruturais, mas em organizar um processo metodológico interdisciplinar e dialético capaz de atender os anseios de seus educandos e educadores. Na intenção de redimensionar sua função, busca uma nova prática pedagógica educativa, com a construção de uma consciência político social na realização de uma Proposta de trabalho construída com a participação de todos os segmentos da escola, onde estejam claras as concepções de mundo, sociedade, homem e educação. 

Quanto à questão estrutural, busca-se incansavelmente recursos junto ao Estado, para melhorias das instalações, mas nem sempre a escola é atendida. Toda a comunidade escolar trabalha arduamente para preservar e manter o que temos, apesar dos poucos recursos: 




HISTÓRICO DA EEB MARECHAL BORMANN

A EEB Marechal Bormann está localizada na Travessa Brasil, 31 D, no centro de Chapecó. É o mais antigo educandário da cidade, tendo iniciado seus trabalhos em meados de 1930.

Teve as seguintes denominações ao longo de sua história:
• Escola Feminina de Passo dos Índios;
• Escola Mista Estadual de Chapecó;
• Escola Isolada Coronel Fernando Machado;
• Grupo Escolar Coronel Fernando Machado;
• Grupo Escolar Marechal Bormann;
• Escola Básica Marechal Bormann;
• Colégio Estadual Marechal Bormann;
• Escola de Educação Básica Marechal Bormann.

Quando a Escola passou a denominar-se Grupo Escolar Marechal Bormann, em 1949, funcionavam no mesmo os cursos Primário e Complementar, num prédio de madeira com quatro salas de aula e quatro dependências, onde atualmente está localizado o Ginásio de Esportes do Clube Chapecoense.
Em 1953 transferiu-se para o prédio atual, continuando a ministrar os cursos acima citados, sendo que o Curso Complementar foi extinto em 1957.
Em 1966, denominou-se Ginásio Normal Dr. Serafin Bertaso até 1973 quando foi extinto.
Pelo Decreto 10307 de 08 de fevereiro de 1971 foi implantado a Escola Básica Marechal Bormann.

No ano de 1982, iniciou as atividades do Pré-Escolar, sendo que o mesmo foi regulamentado no ano de 1983, através da portaria E/100/83, e registro número 2.233. No ano de 1993 o Jardim de Infância “Elza Bertaso” foi incorporado a Escola Básica Marechal Bormann, com 06 turmas de Pré-Escolar. No ano de 2005 o mesmo foi extinto.

Em 1991, foi autorizado o funcionamento do Ensino de 2o Grau de Educação Geral, hoje Ensino Médio sob o parecer 066/91 de 04/03/91, passando a Escola a denominar-se “Colégio Estadual Marechal Bormann” e com a implantação deste, as dependências do Colégio tornaram-se cada vez mais insuficientes, uma vez que a procura por matrícula vem aumentando anualmente

Com o objetivo de padronizar as escolas da Rede Pública estadual, no ano de 2000, através da Portaria E/017 SED de 28/03/2000 no D.O.E. No 16.387 de 05/04/2000, o então Colégio Estadual Marechal Bormann passou a denominar-se Escola de Educação Básica Marechal Bormann.
No ano de 2004, deu-se início às obras de construção do Ginásio de Esportes, e no ano 2005 o mesmo foi inaugurado.
No ano de 2007, altera para 9 anos o tempo de duração do Ensino fundamental, neste mesmo ano a Escola foi contemplada com um Laboratório de Informática. Em 2008 foi construída em alvenaria uma nova Sala de Aula para comportar as atividades teóricas de Educação Física.

Curta aí como era a escola em suas origens: